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AAS Protect Bula: para que serve, como usar • Melhor Hoje

AAS Protect Bula: para que serve, como usar

AAS Protect é indicado para reduzir o agrupamento das plaquetas, e desta maneira, prevenir o desenvolvimento de coágulos.Confira na bula!

Para que AAS Protect é indicado?


Este medicamento é indicado para diminuir o agrupamento das plaquetas, e desta forma, prevenir o desenvolvimento de coágulos. AAS Protect deve ser utilizado em adultos:

  • Na angina de peito instável (dor no peito causada pela má circulação do sangue nas artérias coronárias);
  • No infarto agudo do miocárdio;
  • Para redução do risco de novo infarto em doentes que já sofreram infarto (prevenção de reinfarto);
  • Pós cirurgias ou outras intervenções nas artérias (por exemplo, cirurgia de ponte de safena);
  • Para evitar a ocorrência de distúrbios transitórios da circulação cerebral (ataque de isquemia Cerebral transitória) e de infarto cerebral após as primeiras manifestações (paralisia transitória da face ou dos músculos dos braços ou perda transitória da visão).

Nota: este medicamento não é adequado para o tratamento da dor.

Como AAS Protect Funciona?

Este medicamento contém a substância ativa ácido acetilsalicílico. O ácido acetilsalicílico tem, entre outras, a
capacidade de evitar o agrupamento das plaquetas, componentes do sangue que agem na formação dos
coágulos sanguíneos. Ao inibir o agrupamento das plaquetas, o ácido acetilsalicílico previne a formação
de coágulos (trombos) nos vasos sanguíneos, evitando assim certas doenças cardiovasculares.

Quais as contraindicações do AAS Protect?

Não tome AAS Protect se:

  • For alérgico ao ácido acetilsalicílico ou a outros salicilatos ou a qualquer um dos componentes do medicamento (se não tiver certeza se é alérgico ao ácido acetilsalicílico, consulte o seu médico);
  • Já teve crise de asma ou outra reação alérgica induzida pelo uso de medicamentos para dor, febre ou inflamação (salicilatos ou outras substâncias semelhantes, especialmente anti-inflamatórios não-esteroidais);
  • Tiver úlceras do estômago ou do intestino (úlceras gastrintestinais agudas);
  • Tiver tendência para sangramentos (diátese hemorrágica);
  • Tiver uma insuficiência grave dos rins;
  • Tiver uma insuficiência grave do fígado;
  • Tiver uma insuficiência grave do coração;
  • Estiver em tratamento com metotrexato em doses iguais ou superiores a 15 mg por semana;
  • Estiver no último trimestre de gravidez.

Como usar o AAS Protect ?(Posologia)

Tomar os comprimidos gastrorresistentes, de preferência pelo menos 30 minutos antes das refeições, com bastante água. Os comprimidos não devem ser esmagados, quebrados ou mastigados para garantir sua liberação no meio alcalino do intestino. Para o tratamento de ataque cardíaco agudo, o comprimido deve ser esmagado ou mastigado e engolido.

Tomar a quantidade de comprimidos indicada pelo médico (Dosagem):

  • Infarto agudo do miocárdio (ataque cardíaco agudo)Uma dose inicial de 100 a 300 mg é administrada assim que houver suspeita de infarto do miocárdio. A dose de manutenção é de 100 mg a 300 mg por dia, por 30 dias após o infarto. Após 30 dias deve-se considerar terapia adicional para prevenção de novo infarto do miocárdio. Por serem comprimidos com revestimento gastrorresistente, para esta indicação a dose inicial deve ser esmagada ou mastigada e engolida para obter a absorção rápida.
  • Antecedente de infarto do miocárdio, ataque cardíaco (100 a 300 mg por dia).
  • Prevenção secundária de derrame, acidente vascular cerebral (100 a 300 mg por dia).
  • Em pacientes com ataques isquêmicos transitórios AIT (100 a 300 mg por dia).
  • Em pacientes com angina de peito estável e instável (100 a 300 mg por dia).
  • Prevenção do tromboembolismo após cirurgia vascular ou intervenções (100 a 300 mg por dia).
  • Prevenção de trombose venosa profunda e embolia pulmonar (100 a 200 mg por dia ou 300 mg em dias alternados).
  • Redução do risco de primeiro infarto do miocárdio, ataque cardíaco (100 mg por dia ou 300 mg em dias alternados).

Duração do tratamento

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Informações adicionais para populações especiais

Pacientes pediátricos

  • A segurança e eficácia de AAS Protect em crianças não foram estabelecidas. Não há dados disponíveis. Desta forma, AAS Protect não é recomendado para uso em pacientes pediátricos.

Pacientes com insuficiência hepática

  • AAS Protect é contraindicado em pacientes com insuficiência grave do fígado. AAS Protect deve ser utilizado com cautela em pacientes com mau funcionamento do fígado.

Pacientes com insuficiência renal

  • AAS Protect é contraindicado em pacientes com insuficiência grave dos rins. 
  • AAS Protect deve ser utilizado com cautela em pacientes com problema nos rins, uma vez que o ácido acetilsalicílico pode aumentar ainda mais o risco de problema nos rins e insuficiência aguda dos rins.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O que devo fazer quando me esquecer de usar o AAS Protect?

Se você tomou uma dose de AAS Protect menor que a recomendada por seu médico, ou se esqueceu de tomar uma dose, não tome duas doses no próximo uso do medicamento. Continue a tomar AAS Protect, conforme prescrito pelo seu médico.

Em caso de dúvida, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Quais cuidados devo ter ao usar o AAS Protect?

Nos seguintes casos AAS Protect só deve ser usado em caso de absoluta necessidade e sob cuidados especiais.

Consulte um médico se alguma das situações abaixo for o seu caso ou já se aplicou no passado:

  • Alergia a outros medicamentos analgésicos, anti-inflamatórios e antirreumáticos ou presença de outras alergias;
  • Úlceras gastrintestinais (úlceras do estômago ou intestino), incluindo crônicas ou recorrentes ou sangramento gastrintestinal;
  • Uso de medicamentos anticoagulantes (medicamentos para evitar o coágulo sanguíneo);
  • Em pacientes com problema nos rins ou na circulação cardiovascular (por exemplo, doença vascular renal, insuficiência cardíaca congestiva, diminuição do volume sanguíneo circulante (depleção do volume), cirurgia de grande porte, septicemia ou evento hemorrágico importante), uma vez que o ácido acetilsalicílico pode aumentar o risco de problema nos rins ou insuficiência aguda dos rins;
  • Em pacientes que sofrem de deficiência grave de uma enzima chamada glicose-6-fosfato desidrogenase (G6PD), o ácido acetilsalicílico pode induzir a hemólise (ruptura dos glóbulos vermelhos com liberação de hemoglobina) ou anemia hemolítica. Fatores que podem aumentar o risco de hemólise são, por exemplo, altas doses, febre ou infecções agudas;
  • Mau funcionamento do fígado;
  • Uso de dipirona e medicamentos anti-inflamatórios não-esteroidais (AINEs), como ibuprofeno e naproxeno (medicamentos para dor, febre ou inflamação) pode interferir nos efeitos inibitórios do ácido acetilsalicílico sobre a agregação plaquetária;
  • Pacientes com asma brônquica. O ácido acetilsalicílico pode desencadear broncoespasmo (crise de falta de ar) e induzir ataques de asma ou outras reações de hipersensibilidade. Os fatores de risco são:
  • A presença de asma preexistente, rinite alérgica sazonal (febre do feno), inchaço das mucosas nasais (pólipos nasais) ou doença respiratória crônica. Esse conceito aplica-se também aos pacientes que apresentam reações alérgicas (por exemplo, reações cutâneas, prurido e urticária) a outras substâncias.
  • O ácido acetilsalicílico pode conduzir a uma tendência de aumento de sangramento durante e após cirurgias (inclusive cirurgias de pequeno porte, como por exemplo, extração dentária);
  • O ácido acetilsalicílico, mesmo em baixas doses, reduz a eliminação do ácido úrico e pode desencadear crises de gota em pacientes predispostos.

Crianças e adolescentes

Produtos contendo ácido acetilsalicílico, como AAS Protect, não devem ser utilizados por crianças e adolescentes para quadros de infecções virais com ou sem febre, sem antes consultar um médico. Em certas doenças virais, especialmente as causadas por varicela e vírus influenza A e B, há risco da Síndrome de Reye, uma doença muito rara, mas com potencial risco para a vida do paciente, que requer ação médica imediata. O risco pode aumentar quando o ácido acetilsalicílico é administrado concomitantemente na vigência desta doença embora a relação causal não tenha sido comprovada.

Vômitos persistentes na vigência destas doenças podem ser um sinal de Síndrome de Reye.

Crianças ou adolescentes não devem usar este medicamento para catapora ou sintomas gripais antes que um médico seja consultado sobre a Síndrome de Reye, uma rara, mas grave doença associada a este medicamento.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

AAS Protect não afeta a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas.

Gravidez e Amamentação

Gravidez

Informe imediatamente seu médico, se você descobrir que está grávida durante o tratamento com AAS Protect.

Não se recomenda o uso de medicamentos que contenham ácido acetilsalicílico durante o primeiro e o segundo trimestres de gravidez, a menos que seja realmente necessário. Em caso de necessidade de uso destes medicamentos por mulheres que pretendam engravidar ou durante o primeiro e o segundo trimestres de gravidez, as doses e a duração do tratamento devem ser as menores possíveis.

Durante o terceiro trimestre de gravidez, todos os inibidores da síntese de prostaglandinas podem expor:
O feto a:
  • Toxicidade cardiopulmonar (coração e pulmão) (com fechamento prematuro do ducto arterioso e hipertensão pulmonar);
  • Disfunção dos rins, que pode progredir para insuficiência dos rins, com oligohidrâmnios (baixa produção de líquido amniótico).
A mãe e a criança no final da gestação a:
  • Possível prolongamento do tempo de sangramento, um efeito antiagregante que pode ocorrer mesmo após doses muito baixas;
  • Inibição das contrações uterinas levando a atraso ou prolongamento do trabalho de parto.

Consequentemente, o ácido acetilsalicílico é contraindicado durante o terceiro trimestre de gestação.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Amamentação

Os salicilatos e seus metabólitos passam para o leite materno em pequenas quantidades. Como não foram observados até o momento efeitos adversos na criança (lactente) após uso eventual, em geral, é desnecessária a interrupção da amamentação. Entretanto, com o uso regular ou ingestão de altas doses de AAS Protect (mais que 150 mg/dia), a amamentação deve ser descontinuada precocemente.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do AAS Protect?

As reações adversas a medicamentos listadas são baseadas em relatórios espontâneos pós-comercialização com todas as formulações de aspirina e ensaios clínicos com aspirina como medicamento em estudo. O cálculo da frequência baseia-se apenas nos dados do braço da aspirina do Ensaio Clínico.

As frequências das reações adversas a medicamentos relatadas com aspirina estão resumidas na tabela abaixo.

Os agrupamentos de frequências são definidos de acordo com a seguinte convenção:

  • Comum: (≥ 1/100 a < 1/10);
  • Incomum: (≥ 1 / 1.000 a < 1/100);
  • Raro: (≥ 1 / 10.000 a < 1 / 1.000).

As reações adversas a medicamentos identificadas apenas durante a vigilância pós-comercialização e cuja frequência não pôde ser estimada estão listadas em “desconhecida”.

Tabela 1: Reações adversas a medicamentos relatadas em Ensaio Clínico ou durante a vigilância pós-comercialização em pacientes tratados com ácido acetilsalicílico.​​​​​​

aas protect
aas protect medicamento

a No contexto de sangramento
b No contexto de formas graves de deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase (G6PD)
c LT / casos fatais foram relatados na AAS e placebo com a mesma frequência, <0,1%
d No contexto de reações alérgicas graves
e Em pacientes com insuficiência renal pré-existente ou circulação cardiovascular prejudicada

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através de seu serviço de atendimento.

O que fazer se alguém tomar uma quantidade maior do que a indicada? (SuperDosagem)

A toxicidade por salicilatos (> 100 mg/kg/dia por mais de 2 dias pode provocar toxicidade) pode ser
resultado de intoxicação crônica terapeuticamente adquirida e de intoxicações agudas (superdose) com
potencial risco para a vida do paciente, variando de ingestão acidental em crianças a intoxicações
eventuais. A intoxicação crônica por salicilatos pode ser insidiosa, visto que pode apresentar sinais e sintomas não específicos.

A intoxicação crônica leve por salicilato, ou salicilismo, ocorre normalmente apenas após o uso repetido de doses elevadas. Os sintomas incluem tontura, vertigem, zumbido, surdez, sudorese (transpiração excessiva), náusea e vômito, dor de cabeça e confusão, e podem ser controlados com a redução da dose. Zumbidos podem ocorrer em concentrações plasmáticas de 150 a 300 microgramas/mL. Eventos adversos mais graves ocorrem nas concentrações acima de 300 microgramas/mL.

A principal manifestação da intoxicação aguda é um distúrbio grave do equilíbrio ácido/base, que pode variar de acordo com a idade e a gravidade da intoxicação. A acidose metabólica é a forma mais comum entre as crianças.

A severidade da intoxicação não pode ser estimada apenas pela concentração plasmática. A absorção do ácido acetilsalicílico pode ser retardada devido à redução do esvaziamento gástrico, formação de concreções no estômago, ou como resultado da ingestão de preparações com revestimento gastrorresistente.

O tratamento da intoxicação por ácido acetilsalicílico é determinado pela sua extensão, estágio e sintomas clínicos e de acordo com as técnicas de tratamento padrão para intoxicação. Dentre as principais medidas deve-se acelerar a eliminação do medicamento, bem como o restabelecimento do metabolismo ácido/base e eletrolítico.

Devido aos complexos efeitos fisiopatológicos da intoxicação por salicilatos, sinais e sintomas/achados de investigações podem incluir:

aac protect bula do medicamento

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
M.S 1.8326.0387
Farm. Resp.: Ricardo Jonsson
CRF-SP: 40.796
Sanofi Medley Farmacêutica Ltda.
Rua Conde Domingos Papaiz, 413 – Suzano– SP
CNPJ 10.588.595/0010-92
Indústria Brasileira
® Marca Registrada
IB070121

Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela ANVISA em 07/01/2021.